sábado, 15 de outubro de 2011



Pessoas entram na sua vida por uma "razão", uma "estação" ou uma "vida inteira".

Quando você percebe em qual destes tipos se encaixam as pessoas, você vai saber o que fazer por elas.

Quando alguém entra em sua vida por uma "razão", é geralmente para suprir uma necessidade que você demonstrou. Essas pessoas vêm para auxiliá-lo numa dificuldade, fornecer orientação e apoio, ajudando-o física, emocional ou espiritualmente.

Elas poderão parecer como uma dádiva de Deus, e elas são!

Eles estão lá pela razão que você precisa que eles estejam lá.

Então, sem atitudes incorretas de sua parte, ou em horas inconvenientes, esta pessoa vai dizer ou fazer alguma coisa para levar essa relação a um fim.

Às vezes essas pessoas morrem. Às vezes eles simplesmente se vão. Às vezes eles agem e te forçam a tomar uma posição.

O que devemos entender é que nossas necessidades foram atendidas, nossos desejos preenchidos e o trabalho deles, feito. As suas orações foram atendidas. E agora é tempo de ir.

Quando pessoas entram em nossas vidas por uma "estação", é porque chegou sua vez de dividir, crescer e aprender.

Eles trazem para você a experiência da paz, ou fazem você rir. Eles poderão ensiná-lo algo que você nunca fez.

São pessoas que passam um longo período de suas vidas ao nosso lado e depois se vão, deixando saudades.

Eles geralmente dão a você uma quantidade enorme de prazer. Acredite! É real! Mas somente por uma "estação".

Relacionamentos de uma "vida inteira" ensinam lições para até o fim dos dias, algo que você deve construir para ter uma formação emocional sólida.

São pessoas que nos marcam profundamente, que sempre serão lembradas durante toda a nossa vida. Nessa categoria se destacam nossos pais, irmãos, familiares que nos estimulam ao bem e pessoas especiais como professores, religiosos e, algumas vezes, amigos que nos acompanham desde a infância.

Sua tarefa é aceitar a lição, amar a pessoa e colocar o que você aprendeu em uso em todos os outros relacionamentos e áreas da sua vida.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Gestor x Líder


Olá,
Divido com vocês uma matéria muito interessante publicada no site UOL sobre a arte de liderar uma equipe.
Aproveitem!

Liderar uma equipe nem sempre é tarefa das mais simples. Lidar com os próprios conflitos já dá um bom trabalho. Mas o que fazer para administrar, ainda, os problemas e interesses de um grupo no ambiente profissional? O chefe precisa manobrar muitas questões: ser equilibrado –para não ser rabugento ou condescendente demais– , perceber quando as pessoas estão estimuladas ou não e alinhar funcionários aos objetivos da empresa são algumas das tarefas.
"Liderar significa cuidar de pessoas e desenvolvê-las”, afirma Marco Fabossi, coach, palestrante e escritor. Ele diferencia o papel de gestor do de líder. O primeiro se concentra nos números, nos resultados. O segundo pensa na satisfação e bem-estar de um grupo para alcançar objetivos.
A roda de trás de uma bicicleta é a que impulsiona. É necessária porque o negócio precisa ir para a frente, precisa de resultados. Ela é o gestor. Já a roda da frente é a que dá equilíbrio e direção. É o líder. A combinação das duas coisas é que faz com que o negócio atinja seus objetivos.
Marco Fabossi
Coach, palestrante e escritor
Existe o gestor que não é líder e o líder que não gestor. Mas uma coisa não funciona sem a outra. "O gestor que é líder não enxerga pessoas como números, mas como potencial”, diz Fabossi. "O gestor tem subordinados e o líder tem seguidores."
Entre outras habilidades, resolver conflitos e buscar soluções que mantenham as relações equilibradas e harmoniosas é fundamental. "Isso acontece através da negociação, do diálogo. Dessa forma, fica mais fácil identificar a origem, a natureza e a amplitude dos problemas. O líder precisa ter essa sensibilidade", afirma Arnaldo Mazzei Nogueira, escritor, coordenador da área de Relações do Trabalho e Recursos Humanos da FEA-USP e professor titular da FEA-PUC.
Saber ouvir é mais importante do que saber falar. "É fundamental", diz o coach Fabossi. "O bom líder consegue extrair o melhor de cada colaborador, dando autonomia para que tenham suas próprias ideias e liberdade de ação", explica Daniela Correa, consultora de Recursos Humanos da Catho Online. Ela aconselha a prestar atenção em todos os funcionários: os que demonstram desinteresse e os dedicados. Com isso, você fará ajustes de acordo com a necessidade e as características da equipe e da empresa.

Para ser um bom líder
O que evitar

Veja atitudes que não combinam com uma boa liderança:
Contradição: o discurso combina com as atitudes? Se você pede uma coisa, mas não age de acordo com as suas orientações, não espere que suas exigências sejam atendidas ou que a equipe lhe respeite. Dê o exemplo;
Autoritarismo: cuidado para não ser aquele chefe que cobra, humilha, reclama, mas não aponta soluções e sequer escuta as sugestões dos funcionários;
Paternalismo: evite proteger funcionários. Também procure não ser tolerante demais, com medo de se indispor com as pessoas;
Inflexibilidade: seja maleável. Procure entender seus colaboradores e suas necessidades. Não trate a todos da mesma maneira, como se cada um não tivesse suas particularidades;
Não dá retorno: o líder que não acompanha seus colaboradores e não reconhece seus talentos é um líder ruim. Cuidado para não preocupar-se mais com os processos do que com as pessoas;
Desorganização: um líder deve cumprir prazos, responder e-mails, lembrar do que fala e solicita aos seus subordinados;
Centralização: aprenda a delegar e dar autonomia aos membros da equipe. Perca a mania de achar que você faria melhor ou mais rapidamente;
Conflitos: um cargo de liderança exige que você saiba resolver choques e diferenças entre as pessoas que trabalham com você.

Mantenha a motivação

Segredos para manter a equipe motivada:
Esteja atento aos seus funcionários para saber se eles estão satisfeitos ou não. Pessoas satisfeitas trabalham melhor, produzem mais e convivem harmoniosamente com os colegas;
Converse periodicamente com a sua equipe, elogiando o que foi bom e orientando sobre que pode ser melhorado. Os "feedbacks" devem dar abertura aos colaboradores para que deem a sua opinião sobre o trabalho;
Faça uma pesquisa entre os funcionários para que eles digam com o que estão satisfeitos e o que acham que poderia ser diferente. Em algumas empresas, é possível colocar uma urna para depoimentos anônimos;
Acompanhe o trabalho da sua equipe de perto. É importante que as pessoas percebam que o trabalho delas está sendo visto e avaliado;
Fique atento a detalhes que denunciem a insatisfação as pessoas: faltas e atrasos frequentes, baixa produtividade, falta de participação de atividades em grupo, comentários negativos com outros colaboradores etc.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Tabagismo


Em 28 de abril de 1998 resolvi parar de fumar. Já havia fumado por 22 anos e estava na hora de dar um tempo. Não sentia nada além de muita ressaca de cigarro que, pra quem não conhece, é uma ressaca de bebida duas vezes pior.
Me preocupava muito o fato de ter perdido meu pai aos 44 anos de infarto agudo do miocárdio. Detalhe: meu pai fumava 3 maços de Continental por dia e eu já contava meus 38 anos de idade. Um dia após uma noitada de muitos chopps e, consequentemente vários cigarros, acordei pesado como se carregasse um carro nas costas, sem fôlego, sem ânimo pra nada. Para se ter uma idéia, numa rodada de chopp com amigos costumava fumar 1 maço inteiro em exatamente duas horas. Naquele mesmo dia resolvi parar. Assim, na dura, com a cara e a coragem. E consegui. Fiquei 10 longos anos longe do cigarro. Meu ar mudou. Minha cor mudou. MInha vida toda mudou. Nem me lembrava mais de cigarro, não tinha nem idéia mais de quanto custava um maço de cigarros. E quantas marcas novas apareceram, quantas modalidades do mesmo cigarro nasceram, hollywood vermelho, azul, preto, branco, com mentol, etc. Os fabricantes não se cansam de nos empurrar o mesmo produto com roupagem diferente. A droga é a mesma. O estrago que ela faz é o mesmo.
Me incluo no rol de pessoas com dependência química. Sim, eu sou um dependente químico. Tenho dependência de nicotina e várias outras substâncias tóxicas existentes no cigarro.
E como todo dependente químico, eu também tive uma recaída.
Otário!!!! Sim, podem me chamar de otário porque é exatamente isso que eu sou. Um grandissíssimo otário!!!
Em dezembro do ano passado, comecei a acender cigarros para os amigos no bar. Eles me falavam: " você vai voltar a fumar". Eu respondia com toda a minha imbecilidade: " imagina, não estou nem tragando".
Não deu outra. Em pouco tempo eu estava tragando e totalmente dependente do cigarro, exatamente como nos anos 90.
Fumei até ontem. No último domingo fumei o último e derradeiro maço. Estou agora vivendo o início do processo de abstinência. Muita água, fruta, exercício físico, etc.
É preciso não pensar nele. É preciso se distrair com outras coisas, porque a vontade virá e vem toda hora, mas é preciso ser forte. É preciso lembrar de quanto o cigarro me faz mal. É preciso lembrar de quanto eu fui feliz sem ele nos 10 anos de abstinência.
É preciso ser mais forte e isso eu sei que sou.

Sejam felizes!!!

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Valeu a pena


Não quero alguém que morra de amor por mim... Só preciso de alguém que viva por mim, que queira estar junto de mim, me abraçando. Não exijo que esse alguém me ame como eu amo, quero apenas que me ame, não me importando com intensidade.

Não tenho a pretensão de que, todas as pessoas que gosto, gostem de mim...
Nem que eu faça a falta que elas me fazem, o importante pra mim é saber que eu, em algum momento, fui insubstituível... E que esse momento será inesquecível... Só quero que meu sentimento seja valorizado.

Quero sempre poder ter um sorriso estampando meu rosto, mesmo quando a situação não for muito alegre... E que esse meu sorriso consiga transmitir paz para os que estiverem ao meu redor. Quero poder fechar meus olhos e imaginar alguém... E poder ter a absoluta certeza de que esse alguém também pensa em mim quando fecha os olhos, que faço falta quando não estou por perto.

Queria ter a certeza de que, apesar de minhas renúncias e loucuras, alguém me valoriza pelo que sou, não pelo que tenho... Que me veja como um ser humano completo, que abusa demais dos bons sentimentos que a vida lhe proporciona, que dê valor ao que realmente importa, que é meu sentimento... E não brinque com ele. E que esse alguém me peça para que eu nunca mude, para que eu nunca cresça, para que eu seja sempre eu mesmo.

Não quero brigar com o mundo, mas, se um dia isso acontecer, quero ter forças suficientes para mostrar a ele que o amor existe... Que ele é superior ao ódio e ao rancor, e que não existe vitória sem humildade e paz. Quero poder acreditar que, mesmo se hoje eu fracassar, amanhã será outro dia e se eu não desistir dos meus sonhos e propósitos, talvez obterei êxito e serei plenamente feliz.

Que eu nunca deixe minha esperança ser abalada por palavras pessimistas...
Que a esperança nunca me pareça um "não" que a gente teima em maquiá-lo de verde e entendê-lo como "sim". Quero poder ter a liberdade de dizer o que sinto a uma pessoa, de poder dizer a alguém o quanto é especial e importante pra mim, sem ter de me preocupar com terceiros... Sem correr o risco de ferir uma ou mais pessoas com esse sentimento.

Quero, um dia, poder dizer às pessoas que nada foi em vão... Que o amor existe, que vale a pena se doar às amizades e às pessoas, que a vida é bela sim e que eu sempre dei o melhor de mim... E que valeu a pena!